OFICINA DE TEXTO DO PROJETO BIIZU EMPOLGA RÁDIO COMUNITÁRIA DE IGARAPÉ-AÇU

Esporte nas quadras, e fora delas, o exercício do pensar, criar e fotografar. Durante a seletiva regional inédita em Igarapé-Açu dos Jogos Estudantis Paraenses (JEPS), quem não participa das competições também se integra ao evento através das oficinas do Projeto Biizu.

Com a proposta de estimular uma comunicação mais democrática, o projeto do Governo do Estado do Pará, através da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom) vem marcando presença em todas as seletivas regionais do JEPS, com oficinas de fotografia, audiovisual e produção de texto, desde a última segunda-feira (22).

As oficinas são gratuitas, com acesso a toda a comunidade, e vem despertando muita curiosidade não só entre estudantes, mas também entre os mais velhos que não perdem a ânsia de conhecimento.

Gerações distintas e sintonizadas – Na oficina de produção de texto, dos 25 alunos participantes, 9 fazem parte da rádio comunitária local. A Rádio Companheira existe há 14 anos e vive da força de vontade de profissionais apaixonados pela comunicação.

O locutor Zequinha Amaral, 53 anos, acostumado com o improviso da linguagem radiofônica, aprendeu com a instrutora Dani Franco, 37 anos, a importância do “lead” no texto jornalístico. O porquê, onde, quando e como da notícia são exercitados de forma prática pelos alunos. Evitar bordões e incentivar a essência do jornalismo humanizado são outras prioridades do curso, que termina nessa sexta-feira (26).

“Essa possibilidade de ensino é fantástica porque o seu Zequinha tem de tempo de carreira praticamente a minha idade. A responsabilidade é muito grande. A pessoa está aqui para aprender princípios básicos do jornalismo, a serem levados para um cotidiano de dificuldades e trabalho na base da garra, feito nessa rádio”, disse Dani Franco.

O aluno aplicado é só gratidão. “Estou gostando muito de aprender a desenvolver cada tipo de notícia para informar da melhor forma possível o meu ouvinte”, comemorou Zequinha.

Repórter da Rádio Companheira há 11 anos, Carlos Alberto Dias, vê a iniciativa da oficina de uma forma mais abrangente. “O Governo do Estado está de parabéns por levar conhecimento não só a Igarapé-Açu, mas também a todos os outros municípios sede dos JEPS. É uma forma de revelar novos talentos na comunicação”, disse o radialista.

A turma de 25 alunos foi dividida em turmas, e no final do curso, quatro matérias sobre os Jogos Estudantis Paraenses, produzidas e escritas por eles, serão publicadas no hot site oficial dos jogos: www.jeps.pa.gov.br.

Senso crítico – A oficina de texto também pode mudar os planos profissionais de um aluno. Estudante do quarto semestre de Pedagogia em uma universidade particular de Castanhal, Diego Nascimento, 21 anos, quer tentar a faculdade de jornalismo no próximo ano. “Essa oficina abriu meus olhos para novos horizontes e o jornalismo aguçou meu senso crítico”, disse o universitário.

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