Secom e Sejudh levam oficinas e palestras aos Jogos Estudantis

Os Jogos Estudantis do Pará 2017 (JEPs), promovidos pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) por meio do Núcleo de Esporte e Lazer, ganhou dois importantes parceiros, que estão contribuindo para deixar o período de competição muito mais dinâmico, informativo e educativo. A Secretaria de Estado de Comunicação (Secom) e a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejuh) vêm desenvolvendo um excelente trabalho e durante a etapa regional do Marajó, que está sendo realizada em Breves até o domingo (18), não foi diferente. Os estudantes de escolas públicas estaduais e municipais que não irão competir nos jogos, assim como profissionais da área de comunicação, estão participando das oficinas promovidas pelo Projeto Biizu, coordenado pela Secom. Além de conhecer um pouco mais sobre os conteúdos produzidos na área do jornalismo com o auxílio de profissionais de fotografia, texto e audiovisual, os alunos acompanham a cobertura oficial dos jogos junto às equipes da Agência Pará de notícias e da Secretaria de Estado de Educação, recebendo dicas e orientações de cobertura esportiva feita por profissionais da imprensa.

FOTO: ELISEU DIAS / ASCOM SEDUC
DATA: 15.06.2017
BREVES - PARÁ

Os Jogos Estudantis do Pará 2017 (JEPs), promovidos pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc) por meio do Núcleo de Esporte e Lazer, ganhou dois importantes parceiros, que estão contribuindo para deixar o período de competição muito mais dinâmico, informativo e educativo. A Secretaria de Estado de Comunicação (Secom) e a Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejuh) vêm desenvolvendo um excelente trabalho e durante a etapa regional do Marajó, que está sendo realizada em Breves até o domingo (18), não foi diferente.

Os estudantes de escolas públicas estaduais e municipais que não irão competir nos jogos, assim como profissionais da área de comunicação, estão participando das oficinas promovidas pelo Projeto Biizu, coordenado pela Secom. Além de conhecer um pouco mais sobre os conteúdos produzidos na área do jornalismo com o auxílio de profissionais de fotografia, texto e audiovisual, os alunos acompanham a cobertura oficial dos jogos junto às equipes da Agência Pará de notícias e da Secretaria de Estado de Educação, recebendo dicas e orientações de cobertura esportiva feita por profissionais da imprensa.

Em Breves, os estudantes se mostraram muito animados com as oficinas e participaram da cobertura de todas as programações relativas aos JEPs. Amanda da Costa, aluna da Escola Estadual Elizete Fona Nunes, disse que gostou bastante das oficinas de texto. “O assunto que eles trazem pras oficinas é muito interessante, são coisas que a gente não vê no dia a dia e que nos ajudam a entender o processo de produção das notícias e o quanto a comunicação é importante para a sociedade.”

Dani Franco, coordenadora das oficinas do Biizu em Breves, destaca que o projeto é voltado para a cultura popular e comunicação comunitária. Dessa forma, ele está aberto a todas as pessoas da comunidade que tem interesse no assunto, pois o propósito é contribuir para o aprendizado seja dos estudantes, de quem já trabalha na área de comunicação ou de quem apenas quer conhecer melhor o processo de produção jornalística.

“A idéia é instrumentalizar os estudantes para que no final eles possam, minimamente, produzir uma pauta e escrever sobre ela, sabendo os conceitos de lide, de boa apuração, de construção de texto, etc. Eles aprendem a ‘ler’ o mundo de uma forma diferente, com um pouco mais de senso crítico, e passam a observar melhor as notícias que saem nos meios de comunicação”, explica.

A Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) também está presente na programação por meio do Projeto Construindo Sonhos, que leva aos estudantes palestras sobre trabalho escravo e tráfico de pessoas, enfatizando os perigos que os jovens correm quando se deixam levar por promessas de dinheiro e vida melhor.

“A nossa proposta é levar informação e esclarecimento sobre esses assuntos para os professores de Educação Física em todos os municípios que estão sediando os jogos na tentativa de disseminar essas informações e evitar que principalmente os nossos jovens atletas venham a se tornar vítimas desse tipo de aliciamento”, destacou José Amaral Neto, psicólogo da Sejudh.

Por Eliane Cardoso

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